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Esteira de palha, junco, taquara ou outro material, muito usada em terreiros.

No candomblé, durante a feitura de santo, os adeptos dormem em uma esteira dentro da camarinha, roncó. É um termo de origem iorubá, usado na Nação Ketu. Na Nação Angola, chama-se de adicissa, termo de origem banto.

Na umbanda, uma esteira é estendida em frente ao congá, aonde os filhos de santo batem cabeça, para saudar os orixás e guias espirituais. Também usada nas “deitadas de santo” ou “deitadas de obrigação”.

No culto de Ifá, o babalawo joga Ifá sentado em uma esteira.

A esteira também pode ser usada para outros fins, como servir de mesa para se servir comida ou depositar oferendas.

Referência

Dicionário dos rituais afro-brasileiros – LP Baçan

Cadernos de Umbanda – Omolubá – Pallas – 2a Edição

Glossário de Bantuísmos Brasileiros Presumidos – Geralda de Lima V. Angenot, Jean-Pierre Angenot e Jacky Maniacky – 2013

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